A infância é um período singular e essencial do desenvolvimento humano. É nessa fase que se constroem as bases cognitivas, emocionais e sociais que acompanharão o indivíduo ao longo da vida. Brincar, explorar, socializar e aprender gradualmente sobre responsabilidades compatíveis com a idade são atividades centrais que permitem que crianças cresçam emocionalmente equilibradas e com autonomia. No entanto, muitas crianças e adolescentes são expostos a papéis, responsabilidades e experiências que excedem suas capacidades cognitivas e emocionais. Esse fenômeno, chamado adultização precoce, tem se tornado cada vez mais visível, principalmente diante da expansão do ambiente digital, das pressões sociais e das dinâmicas familiares contemporâneas. O que é Adultização Precoce? Adultização precoce ocorre quando crianças e adolescentes assumem responsabilidades, comportamentos ou são expostos a conteúdos típicos da vida adulta antes...
A história de Brené Brown não começa com o glamour de um best-seller, mas com um colapso. Assistente social, pesquisadora e professora doutora na Universidade de Houston, Brené dedicou anos do início de sua carreira acadêmica a estudar conexões humanas, vulnerabilidade e vergonha. A premissa original da sua pesquisa parecia simples e segura: ela queria catalogar comportamentos humanos para aprender a se "proteger" das dores e incertezas da vida. No entanto, por volta de 2007, ao analisar centenas de entrevistas minuciosas sobre empatia e pertencimento, os dados revelaram uma verdade desconfortável que sua própria mente relutava em aceitar. O Ponto de Virada: A Quebra das Defesas A pesquisa de Brené dividiu as pessoas em dois grupos claros: Aquelas com um forte senso de amor e pertencimento: Pessoas que verdadeiramente se sentiam merecedoras de afeto e viviam com plenitude. Aquelas que viviam em constante luta por validação: Pessoas assombradas pelo medo crônico de não serem ...
Eu sou apaixonado pelo o cinema nacional e, por ter visto vários filmes do segmento, constatei que grande parte deles retratam a realidade do nosso país - logicamente, estou excluindo dessa lista as comédias, que ocupam um espaço gigantesco nas salas. A princípio, percebi que muito se falava (e fala) sobre o "Que horas ela volta?" e confesso que mesmo sendo elogiado por boa parte dos críticos, esperava encontrar um drama pesado. Mas ainda bem que tive essa expectativa quebrada. Fui apresentado à Val, que é deliciosamente interpretada por Regina Casé. A premissa é relativamente simples. Val tomou a decisão de deixar a sua filha, Jéssica, sendo criada por outra pessoa em sua terra natal (Pernambuco) e, com o intuito de proporcionar uma vida melhor a ela, mudou-se para São Paulo. Lá, ela trabalha como empregada doméstica para Bárbara (Karine Teles) e Carlos (Lourenço Mutarelli). "Que horas ela volta" logo no começo já dita o tom da relação...
Bem legal o vídeo. Vou conferir as dicas.
ResponderExcluirDesbrava(dores) de livros - Participe do nosso top comentarista de setembro. Serão dois vencedores.