A Paternidade que reside em nós
Falamos muito sobre a necessidade de sermos mais gentis e de praticar o cuidado mútuo. Sobre superar a apatia generalizada e resgatar a essência do cuidar. Assim como a vida nos pede sensibilidade, ela também nos pede ação. O mês dos pais nos convida a lidar com a nossa essência do desbravar a vida. É uma realidade que não podemos romantizar pois nenhuma paternidade vem com manual de instruções. Muitas mães têm essa função extra que é desenvolvida pelas circunstâncias da vida. Muitas pessoas buscam referências externas pelo simples fato de não terem tido uma presença paterna, talvez, o único gesto bom que ele fez para você foi ter participado da sua existência. Assim, ao longo da vida outros pais foram ocupando lugar dele. Meu pai sempre foi um exemplo de como enxergar o “copo meio cheio”. Um homem que viveu muitos altos e baixos. Aprendeu a se reinventar com bravura várias vezes após muitas adversidades. Sempre se orgulhou de suas conquistas e procurava à sua maneira nos prepara...